Parque municipal
Jardim Prainha
Conheça o parque
Particularidades
Projeto tem como objeto a preservação dos mananciais; possui área de contemplação da Represa, equipamentos de lazer e esporte. Foi implantado em parceria com a Subprefeitura.
FLORA:sua vegetação é composta por campo antrópico, árvores esparsas remanescentes da Mata Atlântica, capoeirinha, eucaliptal com sub-bosque e arborização esparsa, além de brejo e vegetação aquática. Destacam-se abacateiro, assa-peixe, cajueiro, camboatá-de-folhas-largas, capitão-do-mato, caracasana, crindiúva, cuvitinga, embaúba-prateada, embaúba-vermelha, jerivá, pau-jacaré, salvínia, tamanqueiro e tapiá-guaçu. Inventário de flora 2021.
A FAUNA é composta por 72 espécies de animais. Entre eles sete borboletas, 62 aves e um mamífero. Destacam-se as aves aquáticas residentes e visitantes da represa Guarapiranga, como o casal de mergulhão-caçador que construiu seu ninho com farto material vegetal próximo a borda da praia, a singular garça-azul, a acanhada sanã-parda e o belo frango-d'água-azul. Muito fácil de observar são os grupos de ratões-do-banhado que se demoram tomando sol nas margens mais sossegadas da represa.
Infraestrutura
INFRAESTRUTURA JARDIM PRAINHA
Pista para caminhada, bicicletário, quadra poliesportiva, pista caminhada, trilha monitorada, mesa com tabuleiro, playground, bosque de leitura, área de mata nativa, compostagem, horta comunitária, banco de cimento, mesa para jogos, mesa com banco fixo de concreto, mesa com banco fixo de madeira, sanitário acessível.
INFRAESTRUTURA NÚCLEO PABREU
Com uma proposta sustentável, o novo espaço oferecerá aos moradores diversas opções de lazer e convivência, como quadras poliesportivas (Núcleo Pabreu), mirante, pista de skate, playgrounds e áreas para caminhadas, além de contribuir para a recuperação ambiental das margens da represa Billings.
Área: 30 mil m² adicionada à área inicial de 112 mil m², inaugurada em 2012.
Mais informações
Como chegar
6116-10 Jd. Prainha - Terminal Grajaú
675G-10 Pq. Res. Cocaia -Terminal Jabaquara
6L11-10 Ilha do Bororé - Terminal Grajaú
Portões
Portão 1: Rua Mafranz, 100
Portão 2: Rua São João
O bairro
A região de Capela do Socorro, ao sul do Município de São Paulo, estende-se por uma vasta área abaixo dos canais dos rios Jurubatuba e Guarapiranga. Sua ocupação está estreitamente relacionada à expansão e estruturação urbanas da Prefeitura Regional de Santo Amaro, à qual esteve administrativamente ligada até 1985. Era habitada pelos índios tupis, que ocupavam também vários pontos da região sul do Brasil, além do litoral. Já no século XX, os guaranis (subgrupo tupi), no curso de seu processo migratório, chegaram a Parelheiros e lá se fixaram. Remanescentes desse núcleo são as duas aldeias existentes na área da Subprefeitura de Parelheiros - a de Curucutu e a do Morro da Saudade.
Outras referências à Capela do Socorro são encontradas em documentos dos anos que se seguiram à independência do Brasil. Naquela época, foram realizadas algumas tentativas de atrair para o Brasil a imigração europeia. Em 1827 e no ano seguinte desembarcaram em Santos os primeiros grupos de colonos alemães, dentre os quais destacaram-se pouco mais de 120 que aceitaram terras devolutas em Santo Amaro, localizadas em Colônia, na região de Parelheiros. Outros se espalharam para a região sul do país.
Após a construção das barragens da Light – em 1907, a do rio Guarapiranga; e a do rio Grande, construída após a grande seca de 1924, que deu origem à represa Billings –, essas represas criaram um potencial de lazer até então desconhecido na região, atraindo loteamentos de veraneio e construção de equipamentos recreativos.
A tentativa de criar um bairro diferenciado, assentando um bairro residencial em frente à represa de Guarapiranga para pessoas de maior poder aquisitivo, não evoluiu; algumas dessas edificações foram ocupadas para fins comerciais, enquanto outras permaneceram vazias. Com a implantação de lotes industriais, a dinâmica urbana do bairro foi afetada. Ao redor do chamado “bairro rural”, foram surgindo densos subúrbios, que também culminaram com a ocupação irregular.
A região passou a acomodar parte do crescimento urbano da cidade, atraindo novos bairros que surgiram para acompanharam o padrão periférico de expansão urbana de São Paulo particularmente nos anos 70. A partir de 1975, a região de Capela do Socorro passou a ser legalmente subordinada à Lei de Proteção dos Mananciais e à legislação de zoneamento industrial. Mas não foi suficiente para conter o avanço da urbanização e a degradação ambiental.
Núcleo Pabreu
Rua Beira Rio altura do número 10 - Parque Residencial dos Lagos
Área: 30 mil m² adicionada à área inicial de 112 mil m², inaugurada em 2012.
Inauguração 24/01/2025
Aberto diariamente das 7h às 19h
Subprefeitura de Capela do Socorro
Gestão e documentos
Regulamentação
Encontre o parque
Localização
Rua Mafranz, 100 - Jd Prainha (Grajaú)