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Prefeitura de São Paulo

Parque municipal

Previdência

Aberto Parque urbano Centro-Oeste

Conheça o parque

Particularidades

Localizado no bairro onde o Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (IPESP) adquiriu terras em 1950, em sua área funcionava um reservatório de água que abastecia o bairro até 1968.
Vegetação com remanescente de Mata Atlântica em estágios inicial e médio de sucessão, bosque heterogêneo, área ajardinada, horta e jardim aromático. Destaques da FLORA: cabeludeira (Myrcia tomentosa), canafístula (Cassia ferruginea), canela-amarela (Nectandra barbellata), cedro (Cedrela fissilis), cerejeira-do-rio-grande (Eugenia involucrata), chico-pires (Leucochloron incuriale), embiruçu (Pseudobombax grandiflorum), faveira (Peltophorum dubium), flor-de-abril (Dillenia indica), jerivá (Syagrus romanzoffiana), mirindiba-rosa (Lafoensia glyptocarpa), pau-ferro (Libidibia ferrea var. leiostachya), pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha), pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) e uvaia (Eugenia pyriformis). Já foram registradas 321 espécies vasculares, das quais estão ameaçadas de extinção: canela-amarela (Nectandra barbellata), canela-sassafrás (Ocotea odorifera), cedro (Cedrela fissilis), jequitibá-rosa (Cariniana legalis), pau-brasil (Paubrasilia echinata), pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) e xaxim (Dicksonia sellowiana). Inventário de flora 2021.

Foram identificadas 87 espécies de FAUNA, sendo 19 invertebrados (aranhas e borboletas), oito répteis (serpentes e lagartos) e dois mamíferos (gambá-de-orelha-preta e sagui). A classe aves apresenta 58 espécies, incluindo algumas que correm risco de extinção como a araponga e o chibante. Estas espécies são consideradas endêmicas da Mata Atlântica, assim como o picapauzinho-de-coleira, arredio-pálido e cigarra-bambu. Há registros de espécies com grande apelo ao público como corujinha-do-mato, gavião-gato, maracanãs, papagaios, gaturamo-rei e saí-azul. Em meio aos arbustos e no chão coberto de folhas, se tivermos sorte é possível encontrar o agitado camaleãozinho, um pequeno lagarto esverdeado com ocorrência associada às matas preservadas no município de São Paulo.

Infraestrutura

Jardim aromático, área de estar com mesas para piquenique, trilha, pista para caminhada, aparelhos de ginástica e sanitários acessíveis à pessoa com deficiência; playgrounds, viveiro de gansos e orquidário. Abriga também o Museu de Meio Ambiente, CECCO (SMS) e Grupo Escoteiro Raposo Tavares. Áreas de circulação acessíveis.

Mais informações

Como chegar
477P/10 – Ipiranga – Rio Pequeno
6206/10 – Jd. D’Abril – Term. Bandeira
7002/10 – Jd. Rosa Maria – Hosp. Das Clínicas
701T/10 – Jd. Paulo VI – Center Norte
714C/10 – Cohab Educandário – Lgo. da Pólvora
7545/21 – CDHU Butantã – Pça Ramos de Azevedo
7701/10 – Jd. Guarau – Term. Amaral Gurgel
+ informações: www.sptrans.com.br
Portões

Portão 1: Entrada Principal - Rua Pedro Peccinini, 88 
Portão 2: Rua Máximo Ribeiro, altura do número 15 

O bairro

O Butantã, na zona oeste da cidade de São Paulo, começou a ser ocupado por volta de 1930, num movimento de urbanização contíguo à antiga Estrada de Itapecerica (atual Av. Prof. Francisco Morato). A região era rota de bandeirantes e jesuítas que se dirigiam ao interior do país.

A região era constituída pelos sítios Butantã, Rio Pequeno, Invernada Grande ou Votorantim, Campesina ou Lageado e Morumbi. O desenvolvimento do bairro ocorreu a partir de 1900, principalmente após a implantação do Instituto Butantan (1901) e da Cidade Universitária (1934). A partir dos anos 20, começaram a surgir os primeiros bairros: Vila Butantã, Vila Lageado e Cidade Jardim. Nos anos 30, surgiram os bairros Peri Peri, Vila Clodilte, Vila Gomes, Água Podre e Caxingui. Nas décadas de 40 e 50, foram os bairros Jardim Guedala, Previdência, Vila Progredior, Vila Hípica, Jardim Ademar, Jardim Trussardi e Vila Pirajussara.

Gestão e documentos

Encontre o parque

Localização

Rua Pedro Peccinini, 88 - Jardim Ademar

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